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Questão de Auditoria — Normas de Auditoria — CEPS-UFPA 2019

AuditoriaNormas de Auditoria
Código
qq424979
Banca
CEPS-UFPA
Órgão
UFPA
Ano
2019
Nível
Superior
Cargo
CEPS - - Auditor
O auditor deve realizar julgamento acerca da materialidade no planejamento e execução da auditoria. Para a NBC TA 320 (R1), a determinação da materialidade é afetada pela percepção do auditor sobre a necessidade de informações financeiras demandadas pelos usuários das demonstrações contábeis. Neste contexto, é razoável que o auditor assuma que os usuários das demonstrações contábeis devem
  1. Aentender que as demonstrações contábeis podem ser elaboradas, apresentadas e auditadas em níveis imateriais.
  2. Breconhecer a inexistência de incerteza inerentes à mensuração, julgamento e eventos futuros dos eventos reportados.
  3. Cpossuir conhecimento razoável de negócios, atividades econômicas, de contabilidade e a disposição de estudar as informações das demonstrações contábeis com razoável diligência.
  4. Dtomar decisões econômicas independentes das informações das demonstrações contábeis.
  5. Eplanejar a auditoria e exercer julgamento sobre as distorções que são consideradas relevantes.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — possuir conhecimento razoável de negócios, atividades econômicas, de contabilidade e a disposição de estudar as informações das demonstrações contábeis com razoável diligência.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Materialidade na NBC TA 320 (R1) – Perfil dos Usuários

Gabarito: letra C. A NBC TA 320 (R1) estabelece que, ao determinar a materialidade, o auditor assume que os usuários das demonstrações contábeis possuem conhecimento razoável de negócios, atividades econômicas, de contabilidade e a disposição de estudar as informações com razoável diligência. É exatamente o que a alternativa C descreve.

A questão cobra a literalidade da norma sobre o perfil presumido dos usuários no contexto da materialidade. As demais alternativas distorcem esse perfil ou atribuem responsabilidades do auditor aos usuários.

NÃO CAIA NESSA!

A alternativa E inverte o sujeito: planejar a auditoria e julgar distorções são tarefas do auditor, não dos usuários. Fique atento a quem a norma se refere.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Afirma que os usuários devem entender que as demonstrações contábeis são elaboradas em níveis imateriais. Isso contraria o próprio conceito de materialidade, que pressupõe que as demonstrações são preparadas considerando níveis de materialidade – não imaterialidade. A norma não assume que os usuários aceitem imaterialidade.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Diz que os usuários devem reconhecer a inexistência de incertezas inerentes à mensuração, julgamento e eventos futuros. Na realidade, as demonstrações contábeis envolvem incertezas e estimativas; a norma não elimina essa percepção. O usuário deve ter consciência das incertezas.

Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Reproduz fielmente o que a NBC TA 320 (R1) estabelece como premissa razoável sobre os usuários: conhecimento razoável de negócios, atividades econômicas e contabilidade, além de disposição para estudar as informações com diligência. Essa é a base para o julgamento da materialidade.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Sugere que os usuários tomam decisões econômicas independentemente das informações das demonstrações contábeis. Ora, as demonstrações contábeis são justamente a principal fonte para decisões econômicas; não se presume independência delas.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Atribui aos usuários o planejamento da auditoria e o julgamento sobre distorções relevantes. Essas são funções exclusivas do auditor (conforme NBC TA 320, item 6). O usuário não planeja a auditoria; ele utiliza as demonstrações auditadas.

Gabarito: letra C.

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