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Questão de Serviço Social — Instrumentalidade do Serviço Social — CPCON 2022

Serviço SocialInstrumentalidade do Serviço Social
Código
qq710462
Banca
CPCON
Órgão
Prefeitura de Areia - PB
Ano
2022
Nível
Superior
Cargo
Assistente Social
A reflexão crítica sobre a instrumentalidade do Serviço Social não se constitui apenas em termos teórico-filosóficos. Antes, essas reflexões são constituintes dos processos históricos da realidade social e têm como matéria prima a profissionalidade do Serviço Social (GUERRA, 1999). De acordo com o(a) autor(a) citado(a) (1999), os assistentes sociais suprimem o conteúdo social de suas ações e incorporam o conteúdo funcional, atribuído pela ordem burguesa, quando:
  1. AExaminam os encandeamentos, desdobramentos, determinações recíprocas das forças produtivas, das relações de produção, da estrutura política e das modalidades de consciência.
  2. BAs representações que fazem sobre o real constituem-se em mediações analíticas na compreensão da realidade social, do significado da prática social e do processo de intervenção.
  3. CRelegam as discussões sobre o significado social e político da profissão a segundo plano, em detrimento das formas de realizar a intervenção, ao conceber as relações sociais entre os sujeitos envolvidos neste processo como neutras.
  4. DConcebem que as determinações que comparecem no processo de trabalho, os vínculos que os homens estabelecem com outros homens, por intermédio do produto do seu trabalho, atribuem conteúdo às representações que estes fazem da realidade.
  5. EAnalisam a vinculação entre as forças produtivas, estado social e consciência como mediações necessárias tanto à maneira pela qual o Serviço Social realiza a sua instrumentalidade, quanto às elaborações formal-abstratas que os profissionais constroem sobre as relações sociais próprias da sociedade capitalista e que se peculiarizam na intervenção profissional.
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GabaritoC — Relegam as discussões sobre o significado social e político da profissão a segundo plano, em detrimento das formas de realizar a intervenção, ao conceber as relações sociais entre os sujeitos envolvidos neste processo como neutras.

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