Questão de Fisioterapia — Fisioterapia em Ginecologia e Obstetrícia — UNIOESTE 2022
FisioterapiaFisioterapia em Ginecologia e Obstetrícia
- Código
- qq811424
- Banca
- UNIOESTE
- Órgão
- Prefeitura de Santo Antônio da Platina - PR
- Ano
- 2022
- Nível
- Superior
- Cargo
- Fisioterapeuta
A prevalência de disfunções do assoalho pélvico é considerada alta, especialmente entre mulheres. As intervenções fisioterapêuticas apresentam altos níveis de evidência científica para tratar os mais variados tipos dessas disfunções. Entretanto, em tempos de pandemia, em que o atendimento presencial se manteve bastante limitado, o teleatendimento ganhou espaço, inclusive para o tratamento das disfunções do assoalho pélvico. A Associação Brasileira de Fisioterapia em Saúde da Mulher (ABRAFISM) lançou um documento com recomendações sobre fisioterapia em uroginecologia e coloproctologia em tempos de Covid-19. Nesse documento, reconhece-se não só a importância da avaliação do assoalho pélvico, mas a dificuldade de transpor a avaliação do assoalho pélvico para a modalidade remota. Tal dificuldade se deve, preponderantemente:
- AÀs limitações no uso dos recursos tecnológicos pelos terapeutas.
- BÀ dificuldade de gerar relatórios virtuais que deem suporte ao processo de reabilitação.
- CÀ falta de tecnologia para avaliação online.
- DAo fato de a maioria das mulheres não terem boa autopercepção da contração dos músculos do assoalho pélvico e, assim, recomenda-se que a avaliação do assoalho pélvico seja realizada por meio de inspeção e palpação vaginal.
- EÀs ferramentas de autorrelato relacionadas à avaliação do assoalho pélvico serem muito inespecíficas.