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Questão de Engenharia de Software — Processos de Software - Desenvolvimento Ágil — VUNESP 2024

Engenharia de SoftwareProcessos de Software - Desenvolvimento Ágil
Código
vu085632
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Bernardo do Campo - SP
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Analista de Tecnologia da Informação e Comunicações
Considerando o método ágil de desenvolvimento XP (Extreme Progamming), utilizam-se as chamadas histórias de usuário, sobre as quais é correto afirmar que
  1. Anão se atribuem graus de prioridade para tais histórias, visando à sua implementação.
  2. Bsão escritas diretamente pelos programadores do software, e não por seus usuários ou clientes.
  3. Cdevem descrever características e funcionalidades requeridas para o software.
  4. Dse atribui um custo para a conversão de cada história em um programa, tendo como base uma moeda virtual.
  5. Ea implementação de cada história não faz uso da técnica de desenvolvimento denominada programação em pares.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — devem descrever características e funcionalidades requeridas para o software.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

XP (Extreme Programming) — Histórias de Usuário

Gabarito: letra C. No XP (Extreme Programming), as histórias de usuário (user stories) são descrições curtas de funcionalidades desejadas pelo cliente, escritas pelo próprio cliente (ou pelo Product Owner) e priorizadas por ele. A alternativa correta afirma exatamente isso: elas devem descrever características e funcionalidades requeridas para o software.

1Quem escreve
Cliente / Product Owner
Programadores refinam, não escrevem
2Conteúdo
Descrição curta de funcionalidade
Ponto de vista do usuário
3Priorização
Cliente define ordem
Baseada em valor de negócio
4Estimativa
Pontos de história / dias ideais
Planning Poker (sequência Fibonacci)
5Implementação
Programação em pares
Histórias de usuário (XP)
LEVELsoulevel.com.br
Histórias de usuário (XP): Quem escreve (Cliente / Product Owner, Programadores refinam, não escrevem); Conteúdo (Descrição curta de funcionalidade, Ponto de vista do usuário); Priorização (Cliente define ordem, Baseada em valor de negócio); Estimativa (Pontos de história / dias ideais, Planning Poker (sequência Fibonacci)); Implementação (Programação em pares)

Alternativa A — ❌ Incorreta

Afirma que não se atribuem graus de prioridade às histórias. Na prática, a priorização é essencial no XP: o cliente define a ordem de implementação com base no valor de negócio. As histórias são organizadas em um "backlog" e priorizadas a cada iteração.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Diz que as histórias são escritas diretamente pelos programadores. Em XP, as histórias de usuário são escritas pelo cliente (ou pelo representante do cliente, como o Product Owner). Os programadores podem ajudar a refinar as histórias, mas não são os autores principais.

Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A descrição de "características e funcionalidades requeridas" é exatamente o propósito de uma história de usuário. Cada história é um pequeno trecho que descreve uma funcionalidade do ponto de vista do usuário, servindo como base para o planejamento e a implementação.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Embora se atribua um custo (ou esforço) a cada história (usando pontos de história ou dias ideais), a alternativa menciona "moeda virtual", o que não é uma prática padrão do XP. O Planning Poker usa cartas com números (sequência de Fibonacci, por exemplo), mas não uma "moeda virtual". A afirmativa é imprecisa e confunde o conceito.

Alternativa E — ❌ Incorreta

A programação em pares (pair programming) é uma prática central do XP, aplicada justamente na implementação das histórias. Afirmar que ela não é utilizada contradiz a própria essência do método.

PEGA ESSA DICA!

No XP, lembre-se de três papéis-chave: o cliente escreve e prioriza as histórias; os programadores implementam em pares; e toda história tem uma estimativa de esforço (idealmente usando pontos).

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