Questão de Inglês — Interpretação de texto | Reading comprehension — VUNESP 2025
Inglês›Interpretação de texto | Reading comprehension
Código
vu107443
Banca
VUNESP
Órgão
SEDUC-SP
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Professor de Educação Básica II - Inglês
As breves narrativas que concluem o segundo e quarto parágrafos
Aexemplificam o emprego ideal de estratégias compensatórias de aprendizagem.
Bargumentam a favor do ensino de estratégias para a aprendizagem de línguas.
Cconfirmam o fato de que, para alguns aprendizes, estratégias compensatórias não são produtivas.
Dvisam tornar a leitura de um texto acadêmico-científico mais palatável.
Eilustram situações em que o uso de estratégias não atingiu o resultado esperado.
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GabaritoE — ilustram situações em que o uso de estratégias não atingiu o resultado esperado.
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Estratégias compensatórias – narrativas de insucesso
Gabarito: letra E. As breves histórias no final do segundo e quarto parágrafos ilustram casos em que o uso de uma estratégia compensatória (padrões pré-fabricados e consulta ao dicionário) não produziu o resultado esperado, gerando situações cômicas de mal-entendido – exatamente o que a alternativa E descreve.
O texto apresenta três estratégias compensatórias: padrões pré-fabricados (prefabricated patterns), alternância de código (code-switching) e apelo à autoridade (appeal to authority). Cada parágrafo termina com uma anedota. No segundo parágrafo, o autor conta que, ao tentar dizer “Não sei Kikongo” em Kikongo, acabou dizendo “Não gosto de Kikongo” por ter memorizado a frase errada. No quarto parágrafo, um aluno de inglês, ao se apresentar, disse “some of the headlights of my past” em vez de “highlights”, por ter consultado o dicionário de forma equivocada. Ambas as narrativas mostram que a estratégia não alcançou o objetivo comunicativo – houve erro de compreensão ou fala.
1Padrões pré-fabricados
2Alternância de código
3Apelo à autoridade
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Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que as narrativas exemplificam o “emprego ideal” de estratégias compensatórias. O texto deixa claro que, nos dois casos, houve um desvio: no segundo parágrafo, o autor usou a expressão errada e, no quarto, o aluno escolheu uma palavra inadequada. Portanto, não são exemplos ideais, e sim exemplos de uso malsucedido.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Diz que as narrativas “argumentam a favor do ensino de estratégias”. O texto não tem esse propósito; ele apenas descreve as estratégias e ilustra cada uma com um exemplo, inclusive com falhas. Não há defesa explícita do ensino delas.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Sustenta que as narrativas “confirmam que, para alguns aprendizes, estratégias compensatórias não são produtivas”. Embora os exemplos mostrem falhas, a generalização de que “não são produtivas” é excessiva e não está amparada no texto – as narrativas são casos pontuais, não uma conclusão geral sobre a produtividade das estratégias.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Alega que as histórias visam “tornar a leitura de um texto acadêmico-científico mais palatável”. De fato, elas dão um tom mais leve ao texto, mas essa não é a função principal: elas servem como ilustração concreta das estratégias descritas, e não como mero recurso estilístico.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A alternativa acerta ao afirmar que as narrativas “ilustram situações em que o uso de estratégias não atingiu o resultado esperado”. No segundo parágrafo, o autor esperava dizer “Não sei Kikongo”, mas disse “Não gosto de Kikongo”. No quarto, o aluno queria dizer “highlights”, mas disse “headlights”. Em ambos, a estratégia (padrão pré-fabricado / consulta ao dicionário) falhou em produzir a comunicação desejada.
PEGA ESSA DICA!
Ao interpretar perguntas sobre a função de exemplos em um texto, procure identificar se o exemplo confirma ou contradiz a ideia principal do parágrafo. Neste caso, o autor descreve as estratégias e, em seguida, dá exemplos que mostram o lado cômico do uso incorreto. A banca explora exatamente essa noção de “resultado não esperado”.