Autonomia na aprendizagem de línguas
Gabarito: letra D. O texto apresenta inicialmente a autonomia como um dos três As (autonomia, conscientização e ação) no desenvolvimento do aprendiz, mas logo em seguida traz ponderações de autores como Schmenk, Pennycook e Sonaiya, que questionam a validade global do conceito de autonomia, especialmente em contextos não ocidentais. Assim, a ideia central é que a autonomia pode ter recepção duvidosa em alguns contextos específicos – exatamente o que afirma a alternativa D.
Alternativa A — ❌ Incorreta
O texto menciona os três As (autonomia, awareness e action), mas não afirma que a autonomia "deve" acompanhá-los para ser efetiva. A relação é apresentada como conceitos ligados, não como condição necessária. Além disso, a parte mais relevante do texto é a crítica à universalidade da autonomia.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Não há no texto qualquer afirmação sobre "estratégias corretas" para fomentar a autonomia. O texto discute a validade do conceito, não como implementá-lo.
Alternativa C — ❌ Incorreta
O texto não defende que a autonomia deveria ter mais de uma maneira de ser incentivada. Ele simplesmente levanta dúvidas sobre sua aplicabilidade em diferentes culturas.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O texto cita Schmenk sobre a não universalidade, Pennycook sobre imperialismo cultural e Sonaiya questionando a validade global do método autônomo. Todos esses apontamentos indicam que a autonomia pode ser recebida com dúvidas ou resistência em contextos específicos, como a África subsaariana. Essa é a mensagem principal da segunda metade do texto.
Alternativa E — ❌ Incorreta
O texto não afirma que a autonomia é "fundamental" para a aprendizagem de línguas; ao contrário, problematiza sua aplicação universal. A primeira parte apenas a apresenta como um conceito relevante, mas a ênfase crítica predomina.
Gabarito: letra D.