CLIL e a terminologia de língua não materna
Gabarito: letra C. No contexto do CLIL (Content and Language Integrated Learning), Coyle, Hood e Marsh (2010) optaram por "vehicular language" como um termo mais inclusivo para designar a língua de instrução, abrangendo tanto situações de língua estrangeira quanto de segunda língua, sem as conotações restritivas dos outros rótulos.
A questão cobra o conhecimento específico da nomenclatura adotada pelos autores. Enquanto "foreign language", "second language" e "additional language" carregam pressupostos sobre o status da língua no contexto, "vehicular language" foca na função comunicativa e instrumental, sendo neutra quanto ao ambiente de aprendizado. "Target language" é um termo genérico usado em metodologias de ensino, mas não foi o escolhido pelos autores como o mais inclusivo.
Alternativa A — ❌ Incorreta
"Foreign language" refere-se a uma língua não nativa em um contexto onde não é de uso corrente fora da sala de aula — termo menos inclusivo.
Alternativa B — ❌ Incorreta
"Second language" implica uma hierarquia ou ordem de aquisição, não sendo tão amplo quanto o termo escolhido.
Alternativa C — ✅ Correta
"Vehicular language" é o termo usado por Coyle, Hood e Marsh (2010) em CLIL para designar a língua que serve como meio de instrução, independentemente de ser estrangeira, segunda ou adicional.
Alternativa D — ❌ Incorreta
"Additional language" é um termo comum, mas não foi o selecionado como "mais inclusivo" pelos autores em questão.
Alternativa E — ❌ Incorreta
"Target language" é usado em muitas abordagens, mas não corresponde à escolha específica de Coyle, Hood e Marsh para CLIL.
Gabarito: letra C.