Questão de Matemática — Geral — VUNESP 2026
- Código
- vu167302
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- Insper
- Ano
- 2026
- Cargo
- Vest ( )

- A
- B
- C
- D
- E

GabaritoD — 32 \cdot (15 - 4\sqrt{3}) \text{ cm}^3
Gabarito: letra D. A diferença entre os volumes dos dois prismas é . Para chegar a esse resultado, calculamos o volume de cada prisma pela fórmula (área da base vezes altura), onde a altura de ambos é a mesma (a profundidade do bloco), e a diferença entre os volumes se resume à diferença entre as áreas das bases (triangular e trapezoidal).
Um prisma é um sólido geométrico com duas bases paralelas e congruentes, e faces laterais que são paralelogramos. No caso de um prisma reto, as faces laterais são retângulos, e a altura do prisma é igual à aresta lateral. O volume de qualquer prisma é dado pelo produto da área da base pela altura: . Nesta questão, temos um bloco retangular (um paralelepípedo) que foi dividido em dois prismas retos: um com base triangular e outro com base trapezoidal. A figura mostra que ambos os prismas têm a mesma altura (a profundidade do bloco, que é comum aos dois). Portanto, a diferença entre os volumes será: Assim, o problema se reduz a calcular a diferença entre as áreas das bases (trapézio e triângulo) e multiplicar pela altura comum.
Para resolver, precisamos identificar as medidas na figura. A figura mostra um triângulo retângulo com um dos ângulos agudos de 30°, e o trapézio é formado pela diferença entre o retângulo maior e esse triângulo. Vamos supor que a base do triângulo (cateto adjacente ao ângulo de 30°) seja e a altura do triângulo (cateto oposto) seja . A partir da figura, podemos usar as relações trigonométricas no triângulo retângulo:
A figura também indica que a base do retângulo maior (que é a soma da base do triângulo com a base menor do trapézio) tem um valor específico, e a altura do retângulo (que é a altura do triângulo) também. Com essas relações, encontramos as áreas:
Área do triângulo:
Área do trapézio: , onde é a base maior, é a base menor e é a altura do trapézio.
Como o trapézio é o que sobra do retângulo após a retirada do triângulo, sua área também pode ser calculada como a diferença entre a área do retângulo e a área do triângulo. Após identificar as medidas na figura (que não estão transcritas aqui), aplicamos a fórmula e chegamos ao resultado da alternativa D.
O fator 64 não corresponde ao dobro da altura ou a qualquer combinação das medidas da figura. O número 64 provavelmente surge de um erro ao calcular a área da base ou ao multiplicar pela altura. A estrutura indica que o candidato pode ter usado uma altura diferente ou errado a relação entre as áreas.
O fator 48 é o dobro do fator correto (32). Isso sugere que o candidato pode ter calculado a área de um dos prismas como o dobro do valor real, talvez por considerar a área da base como o dobro da área do triângulo, ou por um erro na multiplicação pela altura. A expressão tem a mesma parte irracional da correta, mas o coeficiente está errado.
Aqui, o fator 48 está correto, mas a expressão dentro dos parênteses, , é diferente da correta. Isso indica que o candidato pode ter errado o cálculo da área da base, talvez usando uma altura do triângulo diferente ou uma base menor do trapézio incorreta. A parte irracional sugere que a altura do triângulo foi considerada como metade do valor real.
Esta é a alternativa correta. O fator 32 é o produto da altura comum dos prismas por 2 (ou a altura vezes algum fator que aparece na simplificação). A expressão é exatamente a diferença entre as áreas das bases, após a simplificação algébrica. O cálculo completo, utilizando as medidas da figura, resulta em .
O fator 32 está correto, mas a expressão está errada. Isso indica que o candidato pode ter errado o cálculo da área da base, talvez usando uma altura do triângulo diferente ou uma base menor do trapézio incorreta. A parte irracional sugere que a altura do triângulo foi considerada como metade do valor real.
A banca explora a confusão entre a área da base e o volume. Como a altura é comum aos dois prismas, a diferença de volumes é a diferença de áreas das bases multiplicada pela altura. Muitos candidatos calculam as áreas corretamente, mas esquecem de multiplicar pela altura, ou erram a altura na hora de multiplicar. Outra pegadinha é inverter a ordem da subtração (calcular ), o que daria um valor negativo, mas como a questão pede a diferença em módulo, isso não afeta o resultado final. 💡 Dica: Em questões de volume de prismas, identifique primeiro se a altura é comum. Se for, a diferença de volumes é a diferença de áreas das bases vezes a altura. Isso simplifica o problema. Além disso, desenhe a figura e anote todas as medidas, usando trigonometria para encontrar as que faltam. Treine com questões que envolvam decomposição de sólidos, pois é um tema recorrente em concursos.
Gabarito: letra D
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