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Questão de Biologia — Geral — VUNESP 2026

BiologiaGeral
Código
vu168081
Banca
VUNESP
Órgão
FICSAE
Ano
2026
Cargo
Vest ( )
No heredograma, os indivíduos I.1, I.4 e II.1 apresentam uma doença genética monogênica com herança autossômica dominante.   A probabilidade de os indivíduos II.1 e II.2 gerarem uma criança do sexo biológico masculino portadora do alelo para essa doença éImagem associada para resolução da questão
  1. A1/2.
  2. B1/3.
  3. C1/4.
  4. D1/8.
  5. E2/3.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — 1/4.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Resolução

Gabarito: letra C — a conta chega a 1/4 — alternativa C.

A ideia por trás

Em herança autossômica dominante, basta um alelo A para a pessoa manifestar a doença. O alelo está num cromossomo não sexual, então afeta igualmente homens e mulheres. No heredograma, os afetados aparecem em todas as gerações, sem pular, e todo afetado tem pelo menos um genitor afetado.

O cruzamento entre um heterozigoto Aa e um homozigoto recessivo aa produz, pela primeira lei de Mendel, 50% de filhos Aa (portadores e afetados) e 50% aa (não portadores). A probabilidade de nascer do sexo masculino é independente e vale 1/2. Quando dois eventos são independentes, a probabilidade de ambos ocorrerem é o produto das probabilidades de cada um.

A questão pede a chance de dois eventos simultâneos: ser portador do alelo E ser do sexo masculino. Precisamos primeiro descobrir os genótipos dos pais e depois multiplicar as probabilidades.

O que a questão dá

  • doença autossômica dominante

  • indivíduos afetados: I.1, I.4 e II.1

  • casal: II.1 (afetado) e II.2 (não afetada)

  • pergunta: criança do sexo masculino portadora do alelo

O que queremos: a probabilidade de o casal II.1 e II.2 gerar uma criança do sexo masculino portadora do alelo da doença

Passo 1 — Determinar o genótipo do pai II.1

Para calcular a probabilidade de o filho herdar o alelo, precisamos saber quais alelos o pai pode transmitir. Como II.1 é afetado por uma doença dominante, ele tem pelo menos um alelo A. Como a doença é rara e ele é filho de um casal em que apenas um dos pais é afetado, o genótipo mais provável — e o que a questão assume — é heterozigoto Aa.

II.1eˊAa\boxed{\text{II}.1 é \text{Aa}}
NÃO CAIA NESSA!

Supor que II.1 é AA (homozigoto dominante) — isso mudaria a probabilidade de portador para 100%, mas não é o caso aqui.

Passo 2 — Determinar o genótipo da mãe II.2

A mãe não é afetada, e como a doença é dominante, ela não pode ter o alelo A. Portanto, seu genótipo é homozigoto recessivo aa.

II.2eˊaa\boxed{\text{II}.2 é \text{aa}}
NÃO CAIA NESSA!

Achar que não afetado poderia ser Aa — em doença dominante, qualquer pessoa com A é afetada.

Passo 3 — Calcular a chance de o filho ser portador

Com os genótipos dos pais definidos, o cruzamento Aa × aa mostra as possibilidades de alelos que o filho pode receber. O pai Aa produz gametas A e a em igual proporção; a mãe aa só produz a. Então metade dos filhos recebe A e é portadora.

Por que esta fórmula: P(portador) = 1/2, pois dos dois gametas possíveis do pai, um carrega o alelo A.

P(portador)=12P(portador) = \frac{1}{2}

De onde vem cada valor: 12\frac{1}{2} = definição: probabilidade de herdar o alelo A de um pai heterozigoto

P(portador)=12=1 /2P(portador) = \frac{1}{2} = \boxed{1\ /2}
NÃO CAIA NESSA!

Esquecer que o pai é heterozigoto e considerar que todos os filhos seriam portadores.

Passo 4 — Calcular a chance de ser do sexo masculino

A pergunta exige que a criança seja do sexo masculino. A determinação do sexo é independente da herança do alelo autossômico, então a probabilidade de nascer menino é sempre 1/2.

Por que esta fórmula: P(masculino) = 1/2, pela proporção esperada de 1:1 entre os sexos.

P(masculino)=12P(masculino) = \frac{1}{2}

De onde vem cada valor: 12\frac{1}{2} = definição: proporção sexual 1:1

P(masculino)=12=1 /2P(masculino) = \frac{1}{2} = \boxed{1\ /2}
NÃO CAIA NESSA!

Esquecer de considerar o sexo e responder apenas a probabilidade de ser portador.

Passo 5 — Multiplicar as probabilidades independentes

Os dois eventos — ser portador e ser do sexo masculino — são independentes, pois o alelo está num autossomo e o sexo é determinado por cromossomos sexuais. Pela regra do produto, a probabilidade de ambos ocorrerem é o produto das probabilidades individuais.

Por que esta fórmula: P(portador e masculino) = P(portador) × P(masculino), pois são eventos independentes.

P=12×12P = \frac{1}{2} \times \frac{1}{2}

De onde vem cada valor: 12\frac{1}{2} = passo 4: probabilidade de ser do sexo masculino

P=12×12=14=1 /4P = \frac{1}{2} \times \frac{1}{2} = \frac{1}{4} = \boxed{1\ /4}
NÃO CAIA NESSA!

Somar as probabilidades em vez de multiplicar — eventos simultâneos exigem produto.

Resposta: 1/4 — alternativa C

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