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Questão de História — Geral — VUNESP 2026

HistóriaGeral
Código
vu168722
Banca
VUNESP
Órgão
Insper
Ano
2026
Cargo
Vest ( )
“A escravidão não ocupa mais de duas ou três páginas nos livros didáticos de Portugal, sendo tratada de forma vaga e superficial. Também propagam ideias tortuosas. Por exemplo, quando falam sobre as consequências da escravatura, o único país a ganhar maior destaque é o Brasil e mesmo assim para falar sobre a miscigenação. Por trás disso, está o propósito de destacar a suposta multirracialidade da nossa maior colônia que, neste sentido, seria um exemplo do sucesso das políticas de miscigenação. Na prática, porém, sabemos que isso não ocorreu da forma como é tratada”, questiona a pesquisadora portuguesa Marta Araújo.   (Luis Barrucho. “Ensino de História em Portugal perpetua mito do ‘bom colonizador’ e banaliza escravidão, diz pesquisadora”. www.bbc.com, 31.07.2017. Adaptado.)   A abordagem da escravidão nos livros didáticos portugueses é criticada pela pesquisadora por
  1. Aconcentrar-se nos aspectos econômicos do tráfico atlântico e desconsiderar suas implicações sociais.
  2. Batribuir às colônias europeias o protagonismo na abolição do regime escravista.
  3. Capresentar o processo escravista como fenômeno restrito ao território africano.
  4. Ddestacar a colônia como principal responsável pela manutenção do sistema escravista.
  5. Ereduzir a complexidade do sistema escravista e vinculá-lo a uma perspectiva positiva da colonização.
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GabaritoE — reduzir a complexidade do sistema escravista e vinculá-lo a uma perspectiva positiva da colonização.

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