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Questão de Engenharia de Software — Teste de Software — FCC 2015

Engenharia de SoftwareTeste de Software
Código
fc022295
Banca
FCC
Órgão
TCM-GO
Ano
2015
Nível
Superior
Cargo
Auditor de Controle Externo - Informática
Um Auditor de Controle Externo do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás da Área de TI recebeu a tarefa de identificar testes que sejam capazes de verificar: - a validade funcional do sistema;- o comportamento e o desempenho do sistema; quais classes de entrada vão constituir bons casos de teste;- se o sistema é sensível a certos valores de entrada;- quais taxas e volumes de dados o sistema pode tolerar;- que efeito combinações específicas de dados terão na operação do sistema. A indicação correta do Auditor é utilizar
  1. Atestes de caixa branca.
  2. Bmais de um tipo de teste, pois não há um único tipo de teste capaz de avaliar todas estas situações.
  3. Cum tipo diferente de teste para cada uma das situações elencadas.
  4. Dtestes de caixa preta. .
  5. Etestes de desempenho para os 2 primeiros e de carga para os demais.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — testes de caixa preta. .

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Teste de Software — Caixa Preta

Gabarito: letra D. O teste de caixa preta (ou funcional) é capaz de verificar todas as situações listadas: validade funcional, comportamento, classes de entrada, sensibilidade a valores, taxas/volumes de dados e efeito de combinações de dados. Esse tipo de teste foca nas entradas e saídas do sistema, sem acessar a estrutura interna, o que permite avaliar a funcionalidade e o comportamento externo do software sob diferentes condições.

A questão descreve uma série de verificações que são típicas de testes de caixa preta: elas envolvem a interface externa, os dados de entrada, os limites de volume e as combinações de dados. O teste de caixa preta é projetado exatamente para exercitar as interfaces e validar se o sistema atende aos requisitos funcionais e não funcionais, como desempenho e capacidade.

PEGA ESSA DICA!

O teste de caixa preta é a abordagem correta sempre que o foco está no que o sistema faz (funcionalidade) e não em como ele faz internamente. As situações mencionadas — validade funcional, comportamento, classes de entrada, sensibilidade a valores, taxas/volumes de dados e efeito de combinações — são todas cobertas por essa técnica.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Testes de caixa branca exigem conhecimento do código-fonte e da estrutura interna. Eles são eficazes para verificar caminhos lógicos, mas não são adequados para avaliar desempenho, taxas de dados ou combinações de entradas em nível de sistema. O enunciado pede verificações funcionais e de comportamento que independem do código interno.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Afirma que não há um único tipo de teste capaz de avaliar todas as situações. Na verdade, o teste de caixa preta, quando bem projetado, cobre todas elas: ele testa a funcionalidade (validade), o comportamento (incluindo desempenho), classes de entrada (particionamento de equivalência), sensibilidade (análise de valor limite), taxas/volumes (teste de carga/estresse) e combinações de dados (teste de tabela de decisão, por exemplo). Portanto, um único tipo — caixa preta — é suficiente.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Sugerir um tipo diferente de teste para cada situação seria ineficiente e desnecessário. O teste de caixa preta integra diferentes técnicas (particionamento de equivalência, análise de valor limite, teste de tabela de decisão, teste de carga) que atendem simultaneamente a todas as necessidades listadas. Não é preciso um tipo de teste exclusivo para cada item.

Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO

O teste de caixa preta é a abordagem correta. Ele verifica a validade funcional, o comportamento e o desempenho, identifica classes de entrada e sensibilidade a valores, determina taxas e volumes toleráveis, e avalia efeitos de combinações de dados. O conteúdo de apoio confirma: "teste de caixa preta (comportamental ou funcional) não há necessidade de conhecimento das estruturas internas" e "visam exercitar as interfaces do software sob teste". Todas as verificações elencadas se encaixam nessa descrição.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Testes de desempenho e carga são subcategorias do teste de caixa preta, mas não cobrem todos os itens. Por exemplo, verificar classes de entrada e sensibilidade a certos valores exige particionamento de equivalência e análise de valor limite, que são técnicas de caixa preta não restritas a desempenho/carga. A alternativa tenta separar o que já está incluso em um único tipo abrangente.

Gabarito: letra D.

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