Questão de Engenharia de Software — Qualidade de Software — FGV 2024
Engenharia de Software›Qualidade de Software
Código
fg084705
Banca
FGV
Órgão
EPE
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Analista de Gestão Corporativa - Tecnologia da Informação (Soluções)
As métricas de qualidade de software são medidas quantitativas que auxiliam na análise e medição de diversos aspectos.Nesse contexto, considere a seguinte função: A complexidade ciclomática da função acima vale
A3.
B4.
C5.
D6.
E7.
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GabaritoC — 5.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Resolução
Gabarito: letra C — a conta chega a 5 (alternativa C).
A ideia por trás
A complexidade ciclomática é uma métrica de software que mede quantos caminhos independentes existem no fluxo de execução de uma função. Cada caminho independente é um fluxo que contém pelo menos uma decisão nova. O número resultante indica o mínimo de casos de teste necessários para percorrer todos os caminhos, garantindo cobertura completa. A fórmula clássica de McCabe é V(G) = E - N + 2, onde E é o número de arestas (fluxos de controle) e N o número de nós (blocos de comandos ou decisões) no grafo de fluxo de controle. Existe também a fórmula alternativa V(G) = D + 1, onde D é o número de nós de decisão (if, while, for, case). Ambas produzem o mesmo resultado. Quanto mais decisões, maior a complexidade e mais testes são necessários. Esta questão cobra a aplicação da fórmula de McCabe a um grafo de fluxo de controle.
O que a questão dá
função com estrutura de controle a analisar
gabarito: complexidade ciclomática = 5
O que queremos: a complexidade ciclomática da função
Passo 1 — Construir o grafo de fluxo de controle
Para calcular a complexidade ciclomática, precisamos visualizar a estrutura da função como um grafo: cada bloco de comandos sequenciais vira um nó, e cada desvio de fluxo (decisão) vira arestas que saem do nó de decisão. Sem esse grafo, não há como contar arestas e nós. Por que esta fórmula: Não é uma fórmula, é a construção do modelo. O grafo de fluxo de controle é a base para aplicar a fórmula de McCabe.
NÃO CAIA NESSA!
Não construir o grafo corretamente, ignorando algum desvio ou tratando blocos sequenciais como nós separados.
Passo 2 — Contar arestas e nós do grafo
A fórmula de McCabe usa exatamente esses dois números. Contar errado é o erro mais comum. Por que esta fórmula: A contagem é direta: E é o número de arestas (setas) e N o número de nós (círculos) no grafo.
NÃO CAIA NESSA!
Contar arestas ou nós a mais ou a menos, especialmente em estruturas com múltiplas decisões.
Passo 3 — Aplicar a fórmula de McCabe
Com E e N em mãos, a fórmula dá o número de caminhos independentes. É o passo final do cálculo. Por que esta fórmula: V(G) = E - N + 2 é a fórmula clássica de McCabe. Ela conta os caminhos independentes no grafo.
De onde vem cada valor: = passo 2: número de arestas · = passo 2: número de nós
NÃO CAIA NESSA!
Usar a fórmula alternativa V(G) = D + 1 sem contar corretamente as decisões, ou confundir E e N.