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Questão de Arquivologia — Teoria e Abordagem Arquivística — FEPESE 2017

ArquivologiaTeoria e Abordagem Arquivística
Código
qq261620
Banca
FEPESE
Órgão
PC-SC
Ano
2017
Nível
Superior
Cargo
Escrivão de Polícia Civil
Da teoria arquivística, ao tratar do arquivo permanente, é correto afirmar:
  1. AA custódia se restringe a "velar" pelo patrimônio documental. Ultrapassado totalmente o uso secundário, iniciam-se os usos científico, social e cultural dos documentos.
  2. BOs documentos do arquivo permanente, órgão receptor, têm função primária, estão reunidos pelo conteúdo, possuem objetivos/ prazos de validade jurídicos, administrativos.
  3. CAs formas de entrada do documento histórico no arquivo permanente são, em geral, a compra, doação ou a permuta, excepcionalmente através da transferência. Nessa fase inicia-se o processo de análise e avaliação documental com a aplicação de tabelas de temporalidade.
  4. DA custódia definitiva é a guarda perene e responsável de fundos documentais que, passados pelo crivo da avaliação/prazo de vida, se tornam elementos a preservar, analisar e utilizar na pesquisa histórica.
  5. EÉ órgão colecionador ou referenciador. Seus objetivos são fundamentalmente científicos, já que a coleção (quando os documentos são armazenados) é formada por originais ou por reprodução referentes a determinada especialidade.
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GabaritoD — A custódia definitiva é a guarda perene e responsável de fundos documentais que, passados pelo crivo da avaliação/prazo de vida, se tornam elementos a preservar, analisar e utilizar na pesquisa histórica.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Arquivo Permanente

Gabarito: letra D. A alternativa D define corretamente a custódia definitiva como guarda perene de fundos documentais que, após avaliação, são preservados para pesquisa histórica, em consonância com os princípios da arquivística. As demais alternativas contêm erros conceituais sobre custódia, função, formas de entrada e natureza do arquivo permanente.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Afirma que a custódia se restringe a "velar" e que o uso secundário foi ultrapassado. No arquivo permanente, a custódia é definitiva e o uso é justamente o secundário (científico, social e cultural), não tendo sido ultrapassado. O erro está em inverter a relação entre uso primário e secundário.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Atribui aos documentos permanentes função primária, prazos de validade jurídicos/administrativos e reunião por conteúdo. Na verdade, os documentos permanentes têm valor secundário (histórico), já cumpriram seus prazos legais e são organizados por fundo (princípio da proveniência), não por conteúdo temático.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Afirma que as formas de entrada são compra, doação e permuta, e que a avaliação inicia-se no permanente. A entrada normal é o recolhimento (vindo do intermediário), não transferência; compra/doação/permuta são excepcionais. A avaliação documental ocorre nas fases corrente e intermediária, resultando na tabela de temporalidade; no permanente já se sabe que são de guarda permanente.

Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Correta. Descreve a custódia definitiva como guarda perene e responsável de fundos documentais que, passados pelo crivo da avaliação, são preservados para análise e pesquisa histórica, alinhado ao conceito de arquivo permanente conforme a teoria arquivística.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Caracteriza o arquivo permanente como "órgão colecionador" e menciona coleção formada por originais ou reproduções. O arquivo permanente não é colecionador; ele custodia fundos arquivísticos (documentos orgânicos produzidos por uma entidade), e não coleções temáticas. Seus objetivos são científicos, mas a natureza é de custódia de fundos, não de coleção.

Gabarito: letra D.

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